Um olhar para a Amazônia, os povos do mundo, a valorização do cinema, das artes, o reconhecimento dos direitos globais e da natureza.

Um espaço de encontro entre culturas em torno da produção
audiovisual e outras manifestações artísticas na comunidade de Alter do Chão – município de Santarém PA, e região Amazônica.

Data de Realização – 9 a 13 de dezembro de 2020

Devido à pandemia do vírus Covid-19 O Festival de Cinema de Alter do Chão 2020 será realizado pela WEB aqui no portal do Festival.

O FEST ALTER esse ano dará mais uma oportunidade de visibilidade aos filmes participantes com a criação da

0Days0Hours0Minutes0Seconds

Resultado dos Filmes Selecionados

Saiu o resultado da curadoria FestAlter 2020. Foram 2075 filmes inscritos de 105 países, dentre esses 323 filmes foram selecionados para participar do Festival. 121 filmes para a Mostra Competitiva e 202 filmes na mostra Paralela.

Confira a lista de Filmes Selecionados para a Mostra Competitiva e Paralela

Regulamento

O Regulamento do Festival de Cinema de Alter do Chão 2020 está disponível, para que você saiba dos prazos e tópicos importantes para participar.

Disponível em Português e Inglês.

Todos Juntos pela Amazônia

Um evento com a parceria de lideranças sociais, etnias indígenas, produtores locais, parcerias institucionais, o olhar dos encantados, dos conhecimentos amazônicos, dos intelectuais, dos pensadores da Amazônia aliada à sabedoria popular.

Cineastas Participantes do Festival

Grandes cineastas do cinema brasileiro com depoimentos sobre a importância do Cinema, do cineasta Cacá Digues, a Amazônia e o Festival de Cinema de Alter do Chão criando oportunidades e visibilidade a todos os envolvidos com filmes, palestras, debates e manifestações artísticas.

Xavier de Oliveira

Ver mais

Diretor, roteirista e cineasta entrou para o cinema realizando curta-metragens. O primeiro deles foi Rio, Uma Visão do Futuro, sobre o projeto arquitetônico do Rio de Janeiro que foi feito pelo arquiteto Sérgio Bernardes.

Antes de estrear como diretor de um longa-metragem, foi ator e roteirista. Em 1970, escreveu e dirigiu o seu primeiro longa-metragem, Marcelo Zona Sul, que foi um sucesso nacional onde revelou Stepan Nercessian e Françoise Forton.

Orlando Senna

Ver mais

Cineasta, escritor e jornalista, é referência do audiovisual baiano e brasileiro. Estreou no cinema como assistente de Roberto Pires, no filme “Tocaia no asfalto” (1962). Foi parceiro de Glauber Rocha, amigo de Jorge Amado e Gabriel García Márquez.

Atuou na produção, roteiro, direção de mais de 30 filmes, entre eles as obras Iracema, Diamante Bruto, A ópera do Malandro, Uma Transa Amazônica e Gitirana, co-dirigidos por Jorge Bodansky.

O cineasta lidera o Núcleo Criativo de Ondina, programa da Ancine – Agência Nacional do Cinema. Além de produzir obras de referência, ele é notável por lutar pela viabilização do audiovisual brasileiro, em escolas, oficinas e cursos. Orlando também é membro do Conselho Superior da Nova Fundação do Cinema Latino-Americano.

Neville D’Almeida

Ver mais

Ator, Diretor, Roteirista, Produtor Neville D’Almeida nasceu em Belo Horizonte, mas mudou-se para o Rio de Janeiro aos 21 anos. Trabalhou como fotógrafo, desenhista, escultor e artista visual. Estreou no cinema atuando em Fome de Amor (1968), a convite do amigo Nelson Pereira dos Santos. Seu primeiro longa como diretor foi Jardim de Guerra (1970), no qual também foi co-roteirista ao lado Jorge Mautner, Guará Rodrigues e Rogério Sganzerla. Em seguida, dirigiu obras censuradas pela ditadura militar, como Mangue Bangue (1971), Gatos da Noite (1972) e Surucucu
Catiripapo (1973). Ganhou destaque com o sucesso do filme A Dama do Lotação (1978), estrelado por Sônia Braga e considerado a quarta maior bilheteria do cinema nacional, com 6,5 milhões de espectadores. Também se destacou por adaptar a obra de Nelson Rodrigues, Os Sete Gatinhos (1980) e pela comédia dramática Matou a Família e Foi ao Cinema (1991), pelo qual venceu os prêmios de Melhor Direção nos festivais de Gramado e Brasília.

Luiz Fernando Goulart

Ver mais

Diretor e produtor de cinema brasileiro. Começou sua carreira fazendo assistência de direção do filme Canalha em Crise (1963), de Miguel Borges. Na mesma época foi assistente de direção do filme de Carlos Diegues em Ganga Zumba e A grande cidade em (1965), também do filme Dezesperato (1967), de Sérgio Bernardes Filho. Foi diretor de produção do longa-metragem Todas as mulheres do mundo (1967), de Domingos Oliveira, de Opinião pública (1967), de Arnaldo Jabor, e de Garota de Ipanema (1967), de Leon Hirszman. Em Como vai, vai bem? (1969), assumiu a função de produtor, nos episódios de Alberto Salvá e Carlos Alberto Camuyrano. Em (1971) voltou a trabalhar
com Carlos Diegues como produtor de Os herdeiros, em Xica da Silva (1974) e Chuvas de verão (1977). Produziu ainda Os anos JK (1980) e Jango (1983), de Sílvio Tendler.

Durante alguns anos da década de 1970 esteve à frente da Alter Filmes. Como diretor realizou e roteirizou os longas-metragens Marília e Marina (1976), baseado em um poema de Vinícius de Moraes, A rainha do rádio (1981), e Trop-clip (1984). Nos anos 1980, se aproximou da televisão, atuando como diretor de projetos especiais, séries e programas para a TV Educativa até meados dos anos 1990. Escreveu e dirigiu os documentários Angola – Cantos de guerra e liberdade (1989) e Luiz Carlos e Lucy Barreto – Um amor de cinema (2000). Foi produtor executivo de Mauá – O imperador e o rei (1999), de Sérgio Rezende. Em 2005, dirigiu o documentário Mestre Bimba – a capoeira iluminada. Em 2017 dirigiu o longa-metragem Querido Embaixador.

Célia Maracajá

Ver mais

Diretora, atriz e produtora. Formada em Cinema e Teatro pela Universidade Federal do Pará. Célia Maracajá (cineasta indigenista, atriz, precursora da produção audiovisual indígena no Pará, que acabou de lançar o doc longa “Aikewara – A Ressurreição de um Povo”)

Atualmente ministrando aula de interpretação na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Gosta também de trabalhar com Direção de Arte e Preparação de Atores para o cinema. O último trabalho como diretora de arte e preparadora de
elenco foi na série PALMARES: CORAÇAO BRASILEIRO, ALMA AFRICANA, exibida em novembro de 2018 pelo CANAL CURTA!

Co-diretora do documentário AIKEWARA, A RESSURREIÇÃO DE UM POVO, exibido pela TV Cultura do Pará, e com lançamento nacional previsto para esse ano de 2020.

Diretora das oficinas de áudio visual indígena, destinada aos Povos Indígenas, pela Fundação de Cultura Curro Velho em Belém do Pará, no período de 2007 a 2010.

Diretora de arte do filme PASSAROS ANDARILHOS E BOIS VOADORES, exibido pela TV Cultura do Pará, em 2010.

Diretora de arte do filme e preparadora de elenco do filme A DESCOBERTA DA AMAZONIA PELOS TURCOS ENCANTADOS, realizado em 2006, DOC TV exibido pela TV Cultura de São Paulo, TV Cultura do Pará e Rede Pública de Televisão.

Produtora e realizadora de diversos vídeos reportagens para a TV Cúpula dos Povos que funcionou durante a Conferência da ONU Rio +20.

Produtora e integrante do NAVEGAR AMAZONIA, tv web, dirigida por Jorge Bodanzky, em Belém do Pará no ano de 2004.

Produtora e integrante do Projeto Navegar Amazônia, (2004 a 2006) dirigido por Jorge Bodanzky, sendo responsável pela produção e por diversas reportagens amazônicas veiculadas pela WEB TV deste projeto.

Produtora dos filmes longa-metragem BRÁS CUBAS dirigido pelo cineasta cubano Santiago Alvaréz e Orlando Sena; A DIVIDA DA VIDA sob a direção de Otavio Bezerra, Belém; COBRA VERDE sob direção Werner Herzog e AMERÍNDIA direção Otávio Bezerra. Atriz dos filmes de longas metragem LADROES DE CINEMA, dirigido por Fernando Campos, O HOMEM QUE VIROU SUCO, de João Batista de Andrade, FEIO EU ? de Helena Ignez.

José Joffily

Ver mais

Ator, Diretor, Roteirista, Produtor. Ele nasceu em João Pessoa, mas foi criado no Rio de Janeiro, onde se formou em Direito pela UERJ. Trabalhou como fotógrafo freelancer para diversas revistas, entre elas O Cruzeiro, Realidade e Placar. Começou sua carreira cinematográfica dirigindo curtas em 1977, com Praça Tiradentes e Alô Tetéia. Alcançou
destaque com a repercussão de Galeria Alaska e Copa Mixta, ambos de 1979. Estreou como roteirista em O Sonho Não Acabou (1982), e como diretor em Urubus e Papagaios (1985). Ganhou fama após o lançamento do longa A Maldição do Sanpaku (1991), se estabeleceu como cineasta no premiado Quem Matou Pixote? (1996), vencedor de três Kikitos em Gramado: Melhor Filme, Roteiro e Troféu do Público.

Jorge Bodanzky

Ver mais

Cineasta, fotografo, documentarista e roteirista. Paulistano, nascido em 1942, formado em cinema pela Escola de Design de Ulm, na Alemanha, iniciou sua carreira como fotógrafo, atuando em diversos órgãos da imprensa, entre eles a revista Realidade e o Jornal da Tarde. Sua estreia como diretor de cinema foi com o documentário Iracema – uma transa amazônica (1976), um marco no cinema documental que denunciava a questão, até então obscura, da devastação da floresta e do modelo equivocado de ocupação. O filme foi um dos mais premiados da década em festivais nacionais e
internacionais. O cineasta começou a se dedicar aos temas sobre o meio ambiente, introduzindo esses assuntos em longas-metragens, documentários para as TVs brasileira, alemã, francesa e italiana, também trabalhou como diretor, fotógrafo e produtor. Além disso, realizou vários outros trabalhos nesta área para o Ibama, UNESCO, Governo do Amapá e Parque Nacional do Itatiaia (RJ), além de ter sido professor da USP, FAAP, Unicamp e UnB.

Flávio Tambellini

Ver mais

Flávio Ramos Tambellini é ator, diretor, roteirista e produtor. Começou trabalhando como assistente de direção em Gabriela Cravo e Canela (1983), de Bruno Barreto. Ganhou destaque por produzir obras importantes no cinema brasileiro, como Eu Sei que Vou te Amar (1986), de Arnaldo Jabor, Terra Estrangeira (1995), de Walter Salles, Orfeu (1999), de Cacá Diegues. Estreou como diretor no documentário Paraty: Mistérios (1989), e em longas de ficção com Bufo & Spallanzani (2000), que foi vencedor na categoria melhor filme do Festival de Gramado de 2001 e indicado ao Prêmio Lente de Cristal nas categorias de melhor filme e melhor roteiro no Festival de Cinema Brasileiro de Miami, nos Estados Unidos. Também produziu o filme Carandiru (2003), de Hector Babenco. Em 2007, foi convidado para elaborar o projeto do filme Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008), marcando sua estreia em Hollywood.

Walter Lima Junior

Ver mais

Jornalista, cineasta, roteirista, produtor, diretor teatral, brasileiro, niteroiense, que formou na faculdade de direito, trabalhou de colunista e crítico para jornais diários.
Iniciou sua carreira no cinema por influência do amigo e cineasta Glauber Rocha, que o convidou para o auxiliar no roteiro de Deus o Diabo na Terra do Sol (1964). Estreou como diretor em Menino de Engenho (1965), adaptação do romance de José Lins do Rego. Foi destaque ao realizar o longa Brasil Ano 2000 (1968), no Festival de Berlim daquele ano. A Lira do Delírio (1978), Inocência (1983), A Ostra e o Vento (1997) e Os Desafinados (2008) são alguns dos destaques de sua carreira. Walter Lima Junior, ministra cursos de direção para cinema no Rio de Janeiro, ele é um dos mais premiados diretores cinematográficos brasileiros.

Antônio Carlos da Fontoura

Ver mais

Antônio Carlos da Fontoura nasceu na cidade de São Paulo, estudou na Escola Nacional de Geologia, foi crítico de cinema do jornal Diário Carioca e começou a sua carreira como realizador em curtas-metragens, tendo estreado com Heitor dos Prazeres (1966). Sua trajetória em longas iniciou com Copacabana Me Engana (1968). Ganhou fama no cenário cinematográfico ao realizar o curta Os Mutantes (1970), sobre a banda de rock homônima, e o drama A Rainha Diaba (1974). Também é conhecido por comandar os filmes Uma Aventura do Zico (1998) e Somos Tão Jovens (2013).

Fest Alter 2020 Homenageia
Aldir Blanc

Faremos uma grande homenagem ao compositor, poeta, escritor e cronista brasileiro Aldir Blanc com a participação de sua companheira Mari Sá Freire, suas filhas, artistas, amigos, poetas, compositores, músicos, e até a realização do Festival que acontecerá de 9 a 13 de dezembro de 2020, iremos convidar vários artistas e amigos para darem seus depoimentos sobre a importância de sua obra e também com participações musicais.

5 dias de Cultura e Audiovisual

Exibição de filmes nacionais e internacionais, além dos elaborados pelas comunidades da região.

Apresentações do rico folclore amazônico e shows musicais de grandes artistas que se inspiram e divulgam a Amazônia pelo mundo.

Cinco dias de harmonia e enaltecimento de valores culturais locais, nacionais e
internacionais comprometidos com as genuínas causas e anseios dos
habitantes da Amazônia.

Cartaz
Fest Alter 2020

Toda edição convidamos um artista para criar o nosso cartaz. Esse ano o convidado foi José Emídio, Pintor, português. Apaixonado pelo Brasil e pela Amazônia.

Presidente de Honra Fest Alter 2020
Cacá Diegues

O Presidente de Honra do Festival de Cinema de Alter do Chão 2020, é Cacá Diegues, um dos idealizadores do Cinema Novo, um ícone do Cinema Nacional, considerado o melhor e mais popular cineasta brasileiro, tendo a liberdade como uma das características dominantes de seus melhores filmes.

Membro da Academia Brasileira de Letras e décimo ocupante da Cadeira 7, eleito em 30 de agosto de 2018 na sucessão do Acadêmico cineasta Nelson Pereira dos Santos e recebido pelo Acadêmico Geraldo Carneiro em 12 de abril de 2019.

Em 1998 recebeu do Governo Francês o título de “Officier de l’Ordre des Arts et des Lettres”. Assim como, em 2001, foi igualmente agraciado com a medalha da “Ordem de Mérito Cultural”, outorgada pelo Governo do Brasil, só para citar duas, apenas, de dezenas de honrarias recebidas.

Seus filmes e sua carreira são citados em todas as enciclopédias de cinema, com destaque particular.

O FEST ALTER 2020 fará uma Mostra Especial da sua obra com Curtas e Longa-Metragens.

São eles:

Curtas:

1. Oitava Bienal de SP (1965)
2. 8 universitários (1967)
3. Escola de Samba Alegria de Viver (episódio do 5x Favela de 1961)

Longas:

1. Ganga Zumba (1964)
2. Chuvas de Verão (1978)
3. Joanna Francesa (1973)
4. A Grande Cidade (1966)
5. Quilombo (1984)
6. Xica da Silva (1976)
7. Um Trem Para as Estrelas (1987)
8. Tieta do Agreste (1996)
9. Orfeu (1999)
10. Bye Bye Brasil (1976)
11. Deus é Brasileiro (2003)
12. O Maior Amor do Mundo (2006)
13. O Grande Circo Místico (2018)

Milhares
de pessoas

Público estimado em milhares de pessoas pela visualização e engajamento via WEB. Atingindo visibilidade regional, nacional e internacional.

Oficinas Audiovisuais

Oficinas sobre produção audiovisual e cultural, locais para encontros, debates e fomento destas atividades na região.

Evento Sustentável

Promovendo e utilizando conceitos de sustentabilidade, o Festival de Cinema de Alter do Chão será uma referência para a produção de eventos culturais.

Visite nosso Blog

Essas são as últimas matérias em nosso Blog. Conheça a trajetória do Festival desde a formulação da idéia inicial até os dias de hoje.

Seleção de Filmes
&
Curadoria

Os realizadores, jovens cineastas e técnicos que sonham em fazer seu primeiro filme e não tem condições, terão o apoio das oficinas para técnicas do audiovisual que serão realizadas ao longo do ano de 2020.

O Festival de Alter do Chão vai exibir curtas, médias, longa-metragens, animação, além de documentários e filmes realizados por telefone celular.

O Prêmio

O Prêmio “Muiraquitã” é um amuleto que traz sorte e felicidade para quem o possui
conforme as lendas indígenas da Amazônia.

No entanto, há que ser fruto de um presente. Se comprá-lo para si, o efeito será reverso.

Que os Muiraquitãs do FestAlter também tragam aos seus ganhadores essa magia
que o cinema propicia com sorte e felicidade.

O prêmio é confeccionado em Jacarandá e detalhes com aplicação em ouro. A base é em marchetaria composta de osso e madeira
Peça do artista Rony Borari

Espaço para o Mercado do Audiovisual

Estes espaços promovem encontros entre cineastas realizadores e membros da indústria cinematográfica, tais como, representantes de canais de TV, agentes financiadores, produtoras e distribuidoras. Estes encontros geram negócios e possibilitam a difusão das obras.

Espaço para o Mercado do Audiovisual

Estes espaços promovem encontros entre cineastas realizadores e membros da indústria cinematográfica, tais como, representantes de canais de TV, agentes financiadores, produtoras e distribuidoras. Estes encontros geram negócios e possibilitam a difusão das obras.

O Festival de Cinema de Alter do Chão 2019 foi um Sucesso!

 O Festival aconteceu em Outubro de 21 a 27 em Alter do Chão veja como foi o evento

O Mercado

O mercado do Audiovisual no ano de 2018 foi a 7º esfera econômica do país que mais cresceu, e neste sentido, o Festival tem por objetivo fomentar o desenvolvimento de um polo de produção audiovisual na região de Santarém e Alter do Chão.

Alter do Chão contada por seu próprio Povo

Este espaço é dedicado aos vários olhares do povo de Alter do Chão em vídeos produzidos por eles. A Amazônia contada por seu próprio povo que é a intenção do Festival de Cinema de Alter do Chão.

Sua gente falando sobre a Vila, seus costumes, sua cultura, sua culinária, sua cresça, sua música, sua dança, seus hábitos, suas lendas, suas histórias, seus esportes, suas praias, seu povo e sua terra.

Santarém e Alter do Chão, cidade e vila que se completam em beleza, arte e poesia de sua gente.

Teaser Festival de Cinema – Çairé (Rito Religioso)

Ficha Técnica

Realização: Borari Filmes
Edição: Marcos Oliveira
Imagens: Marcos Oliveira
Música: Ieié Oliveira
Roteiro: Anézio Martins, Laysa Mathias
Direção: Rony Borari

Teaser Festival de Cinema – Paisagens Naturais

Ficha Técnica

Realização: Borari Filmes
Edição: Rama Chandra
Imagens: Cristiano Santa Cruz
Música: Hermes Caldeira
Roteiro: Anézio Martins, Laysa Mathias
Direção: Rony Borari

Teaser Festival de Cinema – Cultura Tapajônica

Ficha Técnica

Realização: Borari Filmes
Edição: Maycon Farias
Imagens: Cauê Onirê, Maycon Farias
Música: China
Roteiro: Rony Borari
Direção: Marcelo Amaro

Teaser Festival de Cinema – Alter Bucólica

Ficha Técnica

Realização: Borari Filmes
Edição: Marcos Oliveira
Imagens: Marcos Oliveira
Música: Matti Paalanen
Roteiro: Anézio Santana, Laysa Mathias
Direção: Rony Borari

Teaser Festival de Cinema – Um Olhar para Amazônia

Ficha Técnica

Realização: Borari Filmes
Edição: Thiago Santos
Imagens: Daniel Gutierrez; Thiago Santos
Música: China
Locução: Maria Eulália – Surara
Roteiro: José Serra; Locca Faria; Rinaldo Souza e Silva
Direção: Anézio Martins, Laysa Mathias, Rony Borari

Ficha Técnica

Direção Geral
Locca Faria

Equipe
Thiago Reis
Anselmo Duarte Jr.
Lênin Maranhão
Eulália Figueiredo
Laura França
Márcio Oliveira
Felix Mascarenhas
Davi Miranda
Rony Borari
Anézio Martins
Laysa Mathias

Assistentes de Produção
Wendell Oliveira
Maria Eulália
Flavia Godinho
Mercelle Almeida

Apoios

Colaboradores

Coprodução

Realização / Produção