O Festival de Cinema de Alter do Chão

Pretende ser um espaço de encontro entre culturas em torno da produção audiovisual e outras manifestações artísticas na comunidade de Alter do Chão, município de Santarém, Pará – Brasil.

Data de Realização – outubro de 2019

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Trabalho Conjunto

Haverá um trabalho conjunto com todas as lideranças sociais, etnias indígenas, produtores locais, parcerias institucionais, o olhar dos encantados, dos conhecimentos amazônicos, dos intelectuais, dos pensadores da Amazônia aliada a sabedoria popular.

Durante 7 dias

o Festival exibirá de maneira gratuita filmes nacionais, internacionais e locais de valor cultural, social e/ou artístico, e será palco para distintas apresentações musicais e outras intervenções artísticas.

50 mil
pessoas

Conta com um público estimado de 50 mil pessoas durante os sete dias atingindo visibilidade regional, nacional e internacional

Oficinas Audiovisuais

Realização de oficinas sobre produção audiovisual e cultural e com um espaço voltado para o mercado do audiovisual, visando o fomento da produção local

Evento Sustentável

Utilizando conceitos de sustentabilidade, pretende se tornar uma referencia para a produção de eventos culturais.

Seleção de Filmes & Curadoria

Poderão ser selecionados filmes em todos os formatos, sendo estes; curtas, médias, longas-metragens, documentário, ficção, experimental e/ou animação, filmes realizados com celulares, documentário de divulgação científica, primeiro jovem cineasta, soluções comunitárias, filmes indígenas, filmes realizado por mulheres.

A curadoria é de extrema importância e daremos um espaço para os pequenos realizadores, os que sonham em fazer o seu primeiro filme e não tem condições de realizá-lo dentro dos moldes exigidos pela indústria cinematográfica brasileira e internacional. Assim, o Festival será um palco para a produção local, sendo de alcance a qualquer pessoa que se lançar em gerar seu próprio conteúdo.

Cinema nas Comunidades

Um barco com uma tela de cinema, movido a energia solar, percorrerá o Rio Tapajós, exibindo parte da programação do Festival para comunidades ribeirinhas.

O Cine Solar que irá com um automóvel (furgão) equipado com placas solares e um conversor de energia solar para elétrica também exibirá filmes em comunidades do interior.

O Prêmio

O Premio será denominado “Muiraquitã”

É considerado um verdadeiro amuleto que traz felicidade e sorte para quem o possuí.

Cadastramento

Espaço para o Mercado do Audiovisual

Estes espaços promovem encontros entre cineastas realizadores e membros da indústria cinematográfica, tais como, representantes de canais de TV, agentes financiadores, produtoras e distribuidoras. Estes encontros geram negócios e possibilitam a difusão das obras.

Sustentabilidade

Situado em uma zona de grande beleza natural e importância ecológica o Festival pretende gerar o menor impacto socioambiental possível, promovendo boas praticas ecológicas e servindo como modelo de sustentabilidade para outros festivais e eventos.

O Festival será ainda um intenso espaço de efervescência cultural por meio da mostra de filmes, oficinas de várias especialidades, trocas de informações, seminários, rodas de conversa , rodadas de negócios e cinema em grande escala.

Apoios e Parceiros

O Festival contará com o apoio de entidades locais, além de organizações, instituições e empresas interessadas em colocar suas marcas no evento.

Haverá um trabalho conjunto com todas lideranças sociais, etnias indígenas, produtores locais, parcerias institucionais, o olhar dos encantados, dos conhecimentos amazônicos, dos intelectuais, dos pensadores da Amazônia aliada a sabedoria popular.

Centro Cultural

Com estas ações espera-se que o Festival comece a estimular a cultura da produção audiovisual local, gerando assim, a possibilidade da criação de um Centro Cultural que apoiará todas as expressões artísticas locais.

O Mercado

O mercado do Audiovisual no ano de 2017 foi a 7º esfera econômica do país que mais cresceu, e neste sentido, o Festival tem por objetivo fomentar o desenvolvimento de um polo de produção audiovisual na região de Santarém e Alter do Chão.

Ficha Técnica

Direção Geral

Locca Faria

Equipe

Thiago Reis

Fernando Mamari

Davi Miranda

Mayko Vasconcelos

Raphael Ribeiro

Colaboradores

Jackson Regô Matos: Coordenador e responsável pelo projeto Luzes do Tapajós / UFOPA

Patrícia Viviane R. Vieira

Priscila Castro

Marcelo Diniz

Mercelle Almeida

Raimunda Monteiro: Professora e ex-reitora da UFOPA

Apoio

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